Corrida dos 400 metros rasos

Corrida é um esporte de velocidade, onde os competidores tentam completar um percurso determinado no menor tempo possível.
Nas corridas de curta distância, a explosão muscular na largada é determinante no resultado final, existindo um posicionamento especial para a largada que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de partida e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão.
Quando o atleta sai antes do tiro de partida, sinal dado para o início da prova, é considerada queimada, sendo que em nova partida se qualquer atleta queimar novamente será desclassificado.
Uma pista de corrida contém 8 raias, cada uma com 1 metro e 22 centímetros, sendo a largura da pista de no mínimo 10 metros com espaço além das raias interna e externa.
Os 400 metros rasos é um esporte olímpico do atletismo, onde nos 400 metros os atletas correm uma volta na pista, sendo a modalidade mais longa das provas de velocidade.
Os competidores largam de uma linha de partida escalonada de dentro para fora da pista, com o objetivo de compensar o efeito da curva e garante a mesma distância para todos até a reta final.
Os 400 metros esteve presente em todas as edições dos jogos olímpicos da era moderna.
A prova de maior controvérsia da história dos 400 metros rasos ocorreu nos Jogos Olímpicos de 1908 em Londres, onde a final teve três americanos e um inglês. Um atleta americano bloqueou a passagem do atleta inglês (permitido então nos Estados Unidos, mas ilegal na Inglaterra) sendo o mesmo desclassificado. Após muita controvérsia e protestos a corrida foi anulada e os três atletas restantes foram convocados a correr novamente.
Os dois americanos se recusaram a correr nova final, restando ao atleta inglês correr sozinho e receber a medalha de ouro com o pódio vazio.
O esporte foi introduzido na categoria feminina nos Jogos Olímpicos de 1964 em Tóquio, vencido pela australiana Betty Cuthbert.
O recordista mundial da prova é Michael Johnson, com um tempo de 43,18 segundos estabelecido em 1999.

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